Confiabilidade e validade da versão brasileira do Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh em adolescentes

AUTOR(ES)
FONTE

J. Pediatr. (Rio J.)

DATA DE PUBLICAÇÃO

2017-04

RESUMO

Resumo Objetivo: Avaliar a confiabilidade e validade da versão brasileira do Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh. Métodos: Uma amostra de 309 adolescentes, subdivididos em uma de 209 indivíduos, dos quais 25 foram reavaliados, e outra de 100 adolescentes. A confiabilidade foi avaliada por meio dos valores de α de Cronbach, coeficiente de correlação intraclasse, erro padrão da medida, mínima mudança detectável e plotado gráfico Bland-Altman. A análise exploratória dos componentes do questionário foi feita com base na amostra de 209 adolescentes. A análise fatorial confirmatória foi feita com a amostra de 100 indivíduos. Resultados: A amostra de 209 participantes teve uma média de 14,38 (± 1,94) anos, 80 (38,3%) meninas e 129 (61,7%) meninos. A amostra composta por 100 adolescentes teve uma média de 13,66 (± 2,35) anos, 51 (51%) meninas e 49 (49%) meninos. O questionário obteve erro padrão da medida = 1,12 e mudança mínima detectável = 3,10. O α de Cronbach foi de 0,71 e coeficiente de correlação intraclasse de 0,65 (IC95% 0,21-0,85). As análises fatoriais apontaram como melhor modelo de componentes aquele composto por dois fatores, com exclusão do componente sobre uso de medicamentos para dormir. Conclusão: O questionário obteve elevada consistência interna e confiabilidade moderada. Além disso, um modelo de dois fatores parece ser o mais adequado para avaliar a qualidade do sono em adolescentes.

ASSUNTO(S)

análise fatorial transtornos do sono adolescentes reprodutibilidade dos resultados

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